Esta é a nossa realidade, ora vejamos 5 exemplos:
1. "No rescaldo da suspensão de Benny McCarthy por dois jogos, Pinto da Costa começou por acusar o Sporting de ter tentado criar um "facto político", ou seja, esconder a derrota nas Antas com a lesão de Beto, motivada pela agressão do sul-africano.Para o presidente portista, é surreal o Sporting tentar vencer nas Antas, após vender constantemente os melhores jogadores jovens e quanto ao castigo aplicado mostra-se pouco surpreso pelas acções anteriores do Conselho de Disciplina da Liga".

2. "(...)um dos artifícios sobre o qual dispensamos alguns momentos de prosa tem a ver com a "criação do facto político". Pois é... uma "técnica" que pode servir para desviar as atenções ou preparar o terreno para algo. Ontem à noite, no programa televisivo "Prós e Contras", um ministro falou sem papas na língua sobre a (in)sustentabilidade do sistema de reformas da segurança social. Propositadamente... ou talvez não (se fosse outro ministro, não acreditava em ingenuidade), a verdade é que hoje a Segurança Social esteve na ordem do dia dos meios de comunicação social, nas diferentes campanhas presidenciais e, por arrasto (como sempre acontece), na boca do povo. Provavelmente, se tivesse ocorrido um grande desastre natural ou um atentado terrorista, as palavras do ministro tinham passado despercebidas".

3. "Na senda dos Verdes, que oportuna e inteligentemente questionaram a legitimidade de Nobre Guedes para ser ministro, Francisco Louçã tentou hoje criar um "facto político" por ter descoberto que um secretário de Estado veio directamente do mundo privado para o Governo. Mas fez mal. «Já tínhamos um ministro do Grupo Mello, agora temos um secretário de Estado da Associação Nacional de Farmácias». E então? Teremos de ter governantes vindos do desemprego? Têm de ser todos académicos? Ou terão de ser políticos carreiristas que nunca provaram nada no mundo real? Não tem cabimento. O mais engraçado é que até o líder parlamentar do PCP, velho amigo da «democracia» da Coreia do Norte, se lembrou de dizer que o que importa é «a ética política». Como é evidente".
4. "Agora, este incidente, ou este acontecimento, ou este "facto político", que certamente terá em termos mediáticos apagado por exemplo a infâmia do Aveiro-Basket e ou outras coisas que tais. Eu queria lembrar ao senhor presidente uma coisa: é que quando corre bem, para a câmara e para o senhor presidente é muito bom – e tem uma grande capacidade - quando corre mal, todos temos que nos mexer, todos temos que andar, todos temos de trabalhar!?"
5. “ Um outro facto, ao invés, mereceu uma atenção mediática inversamente proporcional à sua mais valia nacional. Ao atacar Maria José Morgado, Paulo Portas visou criar um "facto político"com dois objectivos dar corpo ao levantamento interno contra Ribeiro e Castro, provando que com o estalar de um dedo consegue fazer virar para si todos holofotes; dar continuidade à sua antiga urticária contra uma mulher afastada do combate ao crime durante os tempos em que co-governava (?) o país. O ataque nada tinha, portanto, a ver com o que era enunciado já que Portas bem sabe que a cidadania ainda não morreu e nem só quem colabora com o CDS tem direito ao bom nome em Portugal.” Honório, Novo, Deputado , do PCP
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1 comentários:
ISabela: ponha as declarações entre aspas e utilize o sinal (...) para marcar onde fez cortes e se a frase começa exactamente assim.
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